quinta-feira, março 21, 2013

O REI

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Um cetro preso por um elástico
Na academia, um rei morto, à espera
D'um mísero corte da moça pantera
Com toques oníricos, seu fantástico!

E se desfez em esperanças sentidas
Mero mortal, sensível e bem quisto
E não há imprevisto mais previsto já visto,
Quanto o acontecido com suas feridas.

Uma boca fria, virgem e simbólica
Uma silhueta vã, deveras alcoólica
Caindo aos pedaços, num chão de lamúrias.

Mas o rei não morreu de alegria,
Foi fatal, morte por melancolia,
De tanto suportar tuas injúrias!
[Bem que um beijo o rei queria!]