terça-feira, março 05, 2013

Sopro de Leau

Posted in , ,
Às vezes, sinto uma sede voraz
Sinto ódio sem razão, machucante
Sinto sede de uma vida, de inocente
Furo à pele, a diamante, tanto faz.

Às vezes sinto falta de teu beijo.
De teu toque eu fui cobaia,
Não mereço esse desprezo, saia!
Nem um gesto de carinho, senão desejo.

Não banque a ignorante,
Não me deixe esperando na tua graça,
Uma vida que me enreda a esparrela.

De te ter em todo sonho, consoante.
Pois sabendo que na vida tudo passa,
Ainda finge não saber que tu és ela.