Sopro de Leau
Posted in Emanuel Reis, Poema, Poesia
Às vezes, sinto uma sede voraz
Sinto ódio sem razão, machucante
Sinto sede de uma vida, de inocente
Furo à pele, a diamante, tanto faz.
Às vezes sinto falta de teu beijo.
De teu toque eu fui cobaia,
Não mereço esse desprezo, saia!
Nem um gesto de carinho, senão desejo.
Não banque a ignorante,
Não me deixe esperando na tua graça,
Uma vida que me enreda a esparrela.
De te ter em todo sonho, consoante.
Pois sabendo que na vida tudo passa,
Ainda finge não saber que tu és ela.
Sinto ódio sem razão, machucante
Sinto sede de uma vida, de inocente
Furo à pele, a diamante, tanto faz.
Às vezes sinto falta de teu beijo.
De teu toque eu fui cobaia,
Não mereço esse desprezo, saia!
Nem um gesto de carinho, senão desejo.
Não banque a ignorante,
Não me deixe esperando na tua graça,
Uma vida que me enreda a esparrela.
De te ter em todo sonho, consoante.
Pois sabendo que na vida tudo passa,
Ainda finge não saber que tu és ela.

