quarta-feira, abril 10, 2013

Tenente Xavier

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Ah, as veredas infrutíferas da amazônia,
Rugem as almas que penam seus dias,
Numa sombra alva de liturgias frias,
Que descem meu dorso, quão do corpo salta a amônia.

É uma aparência que me sugere a insônia,
De um triste batom na bolsa de uma mulher,
Duas aparições, eu e tenente Xavier
No pé de um véu de seda, tosca Babilônia!

É noite, sem brilho, céu de negros insetos
Tenente Xavier observa, fuzil de apostas
E apresenta-se, meiga, dentre seus dialetos.

Um coturno pisante roçado em respostas,
De um beijo sabor de romances discretos,
E suas asas de ninfa brilhando-lhe as costas!